Alimentação do bebê: o que precisamos saber?

Alimentação do bebê: o que precisamos saber?

15 de Maio de 2019 0 Por ABC Design Brasil

Ter um filho é um acontecimento que proporciona muitas emoções e alegrias na vida de uma família, mas também vem carregado de dúvidas. Muitas delas estão relacionadas à alimentação do bebê: até quando amamentar é saudável? Qual a hora certa de introduzir alimentos sólidos? Os kits de alimentação realmente funcionam para despertar o interesse dos pequenos na hora de comer?

Seja mãe de primeira viagem ou não, cada fase do bebê deve ser acompanhada de perto. São diversas orientações para que o melhor possa ser feito para uma criança, e por este motivo, preparamos este material. Continue a leitura e fique por dentro das principais questões que envolvem a transição alimentar!

O que é importante saber sobre a alimentação do bebê

É de extrema importância se preocupar em oferecer a alimentação do bebê de forma saudável. E isso deve ser feito em vários aspectos. Por exemplo, na hora do preparo ou até mesmo do planejamento, é preciso levar em consideração não só o tipo de alimento a ser oferecido, mas se ele está alinhado à idade da criança.

Do nascimento até por volta dos 4 meses de idade, o intestino do bebê ainda é frágil e imaturo. A digestão acontece de uma forma diferente e está passando por um lento processo de adequação. 

Para a alimentação do recém nascido até essa fase, a melhor opção é o leite materno, desde as primeiras horas de vida. Sua qualidade é indiscutível: além de ter todos os nutrientes necessários para colaborar com a evolução do seu organismo, é de fácil digestão.

E a amamentação em livre demanda está liberada! Sempre que o seu filho demonstrar vontade de comer, ofereça o alimento a ele. Afinal, não existe qualquer outro alimento para um recém nascido que tenha substâncias tão benéficas e na quantidade certa para que a saúde da criança fique protegida: água, vitaminas, gorduras, açúcares, minerais e proteínas, tudo balanceado e produzido pelo corpo da mamãe.

Alimentação infantil saudável entre 4 e 6 meses

Após os 4 meses, poucas coisas precisam ser mudadas. Você deve continuar amamentando a criança até pelo menos os 6 meses de idade. No entanto, quando os 6 meses forem completados, está na hora de iniciar a introdução alimentar. Nessa fase, sopas e purês de frutas e legumes são bem-vindos.

Claro que tudo deve ser feito sob orientação do pediatra, livre de sal e outros conservantes que não combinam com o organismo frágil de um bebê. O médico é o profissional mais indicado para conceder as dicas de alimentação ideais para o seu filho nesse processo de introdução alimentar.

Também é preciso se atentar para as questões dos sucos naturais. Atualmente, a recomendação é que seja dada preferência para as frutas em seu formato natural, pois, o processo de espremer a fruta faz com que as fibras e demais propriedades nutricionais sejam perdidas restando apenas o açúcar.

Quando introduzir papinha e alimentos sólidos

Como adiantamos acima, é a partir dos 6 meses que se inicia a introdução de frutas e salgados. E o ideal é que sejam intercaladas com as mamadas.

Os alimentos devem ser cozidos para facilitar a digestão, e em pedaços pequenos para que a criança mastigue mas também evite engasgos. A consistência deve ir mudando gradativamente com o passar do tempo, iniciando pelo formato de papinha até que, aos 12 meses de vida, o bebê possa degustar os pratos no formato parecido ao que é oferecido ao resto da família.

Dos 6 aos 9 meses é chegada a hora de adicionar uma carne de frango aos purês. Nessa fase também é necessário ter atenção ao que será ofertado, já que as novidades podem causar alergias. Qualquer sinal delas, procure imediatamente o pediatra! 

A partir do oitavo mês, o recomendado é que a alimentação do bebê contemple pelo menos quatro refeições com alimentos sólidos. E quando a criança completar os 9 meses, o leite materno deve se restringir apenas a primeira e à última refeição do dia. Por isso, é preciso diversificar as refeições e adicionar massas, arroz, feijão e peixe.

Qual a importância de usar os acessórios corretos e ensinar a criança a usá-los

Outra questão sobre a alimentação infantil que é de extrema importância, mas que muitas vezes pode passar batida é o ritual de fornecer o alimento para a criança. Tudo é uma novidade, muitas fazem festa, batem palminhas, se mexem bastante e dificultam o trabalho dos pais.

Você já deve ter visto fotos graciosas de bebês todos lambuzados pela papinha, não é mesmo? Entretanto, é preciso muita paciência e força de vontade para cumprir essa tarefa e deixar o pequeno bem nutrido.

Nesse processo, contar com uma cadeira de alimentação é fundamental. Ela permite que a criança fique bem posicionada, em uma postura segura para ingerir os alimentos e colabora para que os responsáveis possam levá-los até a boca.

Sem contar que o acessório ajuda a estabelecer a rotina, uma vez que ao ser colocada na cadeirinha, o bebê já sabe que chegou a hora de comer.

Além das cadeirinhas, é necessário investir em outros elementos que ajudam os pais nessa missão, além de ensinar a criança a manusear desde cedo, como:

  • garfos e colheres infantis, com cabos macios e apropriados para a pele delicada e as pequenas mãos das crianças;
  • tigelas apropriadas para a hora do lanche, de material resistente, com a profundidade ideal para que os alimentos não caiam;
  • pratos, que devem ser adequados para as crianças, suas mãos e a quantidade de comida que costumam ingerir.

Na hora de adquirir esses itens, fique atento ao material! O ideal é que sejam resistentes para não quebrarem com facilidade, com um bom acabamento e estampas que possam deixar a hora de comer mais divertida e atraente.

Seguindo essas dicas sobre alimentação do bebê, a tendência é que ele complete o seu primeiro aninho comendo muito bem! Mamães que cuidam da saúde e nutrição desde a gravidez têm ainda mais chances de criarem seus filhos bem nutridos e saudáveis. Apostar em um bom cardápio é um investimento que vale a pena.

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